
22/05/2025
Já parcialmente abastecido por energia solar, o Aeroporto Internacional de Pittsburgh (PIT) está dobrando sua capacidade de paineis solares ao aproveitar uma área adjacente que anteriormente funcionava como aterro sanitário. Agora estabilizados, os 12 acres de terreno receberão uma instalação solar de 4,7 megawatts, suficiente para evitar a emissão de 5 milhões de libras de CO₂, que seriam liberadas pela queima de combustíveis fósseis.
O PIT já opera com uma microrrede própria de 23 megawatts, que combina energia solar com gás natural. Essa infraestrutura permite ao aeroporto suprir sua demanda energética com fontes limpas, utilizar o gás natural em momentos de pico ou baixa incidência solar e ainda redistribuir o excedente de energia para residências e empresas da região.
A nova usina solar no antigo aterro reforçará essa missão, reduzindo o consumo de gás natural e ampliando o alcance da energia solar gerada localmente. “Estamos maximizando o uso dos ativos aeroportuários para o aprimoramento da região — desde serviços aéreos até desenvolvimento imobiliário e inovação energética”, afirmou Christina Cassotis, CEO do PIT. “E há muito mais por vir.”
Esse “mais” inclui a previsão de uma futura mini refinaria de combustível de aviação sustentável no local, segundo o portal Elektrek, que também informou que o novo parque solar deverá estar em operação até 2027 — quando será visível até mesmo pelas janelas do aeroporto.
Um comunicado da Blue Sky News destaca a relevância da microrrede do PIT ao mencionar recentes apagões que afetaram os aeroportos de Londres, Heathrow, da Espanha e de Portugal. A estrutura independente do PIT não só previne esses tipos de incidentes, como também gera uma economia anual de US$ 1 milhão em custos com eletricidade.
Fonte: CicloVivo
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