
26/11/2013
Apenas 4% das unidades de conservação na região amazônica têm uma gestão eficiente, com a implementação de planos de manejo adequados, regulamentação fundiária em andamento e servidores e recursos necessários para a sua manutenção.
É o que aponta auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) realizada ao longo de um ano em parceria com tribunais de contas de nove Estados da região.
As unidades de conservação são espaços territoriais protegidos, já que têm um papel importante na proteção e preservação do ambiente. Elas são instituídas pelo poder público e podem ser de proteção integral ou de uso sustentável.
As 247 unidades criadas na Amazônia, que incluem parques e florestas nacionais e reservas extrativistas, ocupam 1,1 milhão de km2, área maior que os territórios da Espanha e da França.
O relatório aponta que há uma forte correlação entre a criação de unidades de conservação e a queda do desmatamento.
Uma amostra de cinco unidades aponta que, após a criação delas, houve queda de até 95% na área desmatada dentro da unidade nos anos seguintes à implantação. Dos 15 mil km2 de desmatamento registrados na região entre 2008 e 2012, apenas 6% foram dentro das unidades.
A matéria completa pode ser lida no Jornal da Ciência
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