UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Com mais de 6,3 mil focos, Acre tem maior o número de queimadas dos últimos 4 anos, aponta Inpe

22/09/2020

O número de focos de queimadas registrado entre 1º de janeiro a 18 de setembro deste ano no Acre cresceram 11%, se comparado ao mesmo período do ano passado.
Conforme dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), são 6.315 focos ativos de incêndios notificados até a última sexta (18) no estado, contra 5.652 no mesmo período de 2019.
Se comparado aos últimos anos, esse é o maior número de focos dos últimos quatro anos. Em 2016, foram registrados 6.606 focos ativos no estado no mesmo período.
Dados do último relatório da sala de situação de monitoramento hidrometeorológico do Acre, divulgados nessa sexta, apontam que os municípios de Feijó, Tarauacá e Sena Madureira foram os que apresentaram o maior número de focos acumulados no de 1 de janeiro a 17 de setembro.
O acumulado mensal de focos de queimadas no estado do Acre, entre o início do mês de setembro e quinta (17), é de 2.216 focos de queimadas, levando em consideração dados do satélite de referência.
Os municípios de Bujari, Capixaba, Acrelândia, Rodrigues Alves e Rio Branco registraram o maior número de focos por quilômetro quadrado em seu território, conforme o relatório da sala de situação.
Com relação aos focos de queimadas registrados na Amazônia Legal de janeiro até o dia 17 de setembro, o Acre aparece em 7º lugar no ranking, com 6,1% dos casos. O Mato Grosso concentra o maior número de focos, com 36.431.
A concentração de partículas poluentes no ar atinge números alarmantes neste período de estiagem no Acre. Dados dos sensores de monitoração mostram que atualmente a qualidade do ar está quase cinco vezes acima da qualidade ideal para a respiração.
Conforme os dados do relatório da sala de situação de monitoramento hidrometeorológico do Acre, nessa sexta-feira (18), o índice de materiais particulados inaláveis chegou a 108.00 μg/m³, na capital Rio Branco.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a quantidade de material particulado por metro cúbico aceitável é de 25 microgramas. Acima disso, a qualidade é ruim para a saúde humana.

Fonte: G1

Novidades

Mês dos manguezais expõe desafios ambientais na Barra e Jacarepaguá; saiba o que vem sendo feito

23/07/2026

Julho é o mês dedicado à proteção dos manguezais, que funcionam como berçário de diversas espécies, ...

Livro gratuito sobre a castanheira-da-amazônia é semifinalista do Jabuti

23/07/2026

Símbolo da Amazônia e uma das maiores árvores da floresta, a castanheira-da-amazônia (Bertholletia e...

10 bairros de São Paulo terão troca gratuita de lâmpadas

23/07/2026

Entre os dias 22 e 25 de julho, quem vive na cidade de São Paulo pode realizar a troca das suas lâmp...

Fóssil raro achado no Brasil revela nova espécie de cobra que viveu no interior de SP há milhões de anos

23/07/2026

Uma nova espécie de cobra que viveu onde hoje é o interior de São Paulo entre 85 milhões e 75 milhõe...

Sem predador e com até 20 cm, rã-touro ameaça fauna em Florianópolis

23/07/2026

Em uma região rural de Florianópolis, o aparecimento de anfíbios grandes, esverdeados e de coaxar ba...