UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Após quase 4 anos de incêndio, seringal urbano no Acre passa por reforma e reflorestamento

09/07/2020

Após quase quatro anos do incêndio criminoso no Parque Capitão Ciríaco, em Rio Branco, que destruiu, além da estrutura física, o acervo histórico com mais de 100 peças, o local passa por reforma e reflorestamento.
O incêndio que atingiu o parque foi uma das várias ocorrências que marcaram o mês de agosto de 2016 no Acre. Na época, houve o registro de diversos atentados em resposta à morte de um assaltante durante troca de tiros com a Polícia Militar. No mesmo dia que atearam fogo ao patrimônio histórico, foram contabilizadas pelo menos outras nove ocorrências.
Desde então, o local passou apenas por pequenos reparos e seguiu com algumas poucas atividades culturais, através da visitação de alunos. O presidente da Fundação Municipal de Cultura, Esporte e Lazer Garibaldi Brasil (FGB), Sérgio de Carvalho afirmou que no final do ano passado foi feita a reconstrução da passarela de acesso ao parque.
A passarela, que tinha estrutura toda de madeira, foi substituída por uma de concreta e instalada em uma altura maior para que durante a enchente do igarapé não deixasse o local isolado. As edificações em madeira que foram perdidas durante o incêndio só começaram a ser reformadas há cerca de um mês.
“O parque está passando agora por uma reforma em todos os espaços dele com recursos próprios da prefeitura. Estamos revitalizando todas as casinhas do parque, inclusive a mais alta que foi afetada pelo incêndio e estava quase para desmoronar. Desde o incêndio a gente não tinha tido uma reforma da maneira que precisava e ela está sendo feita agora”, disse Carvalho.
Com relação ao acervo, que teve perda total, o presidente disse que este não foi possível recuperar nada. Em dezembro de 2016, a prefeitura chegou a dizer que o acervo histórico seria reconstruído com doações, mas segundo Carvalho, não existe um local adequado para guardar as doações e, por isso, não foi dado continuidade ao projeto.
“Justamente por não termos local apropriado para armazenar acervo, não fizemos nenhum tipo de campanha de resgatar acervo. O que foi perdido no incêndio, infelizmente foi perdido mesmo porque até os backups estavam na mesma sala. Então o parque vai continuar sendo além de um atrativo turístico de Rio Branco, um espaço de grande relevância histórica, cultural e ambiental”, explicou.
A expectativa é que o parque seja entregue no próximo dia 5 de setembro, quando é comemorado o Dia da Amazônia.

Para ler a matéria inteira, acesse o G1

Novidades

Mês dos manguezais expõe desafios ambientais na Barra e Jacarepaguá; saiba o que vem sendo feito

23/07/2026

Julho é o mês dedicado à proteção dos manguezais, que funcionam como berçário de diversas espécies, ...

Livro gratuito sobre a castanheira-da-amazônia é semifinalista do Jabuti

23/07/2026

Símbolo da Amazônia e uma das maiores árvores da floresta, a castanheira-da-amazônia (Bertholletia e...

10 bairros de São Paulo terão troca gratuita de lâmpadas

23/07/2026

Entre os dias 22 e 25 de julho, quem vive na cidade de São Paulo pode realizar a troca das suas lâmp...

Fóssil raro achado no Brasil revela nova espécie de cobra que viveu no interior de SP há milhões de anos

23/07/2026

Uma nova espécie de cobra que viveu onde hoje é o interior de São Paulo entre 85 milhões e 75 milhõe...

Sem predador e com até 20 cm, rã-touro ameaça fauna em Florianópolis

23/07/2026

Em uma região rural de Florianópolis, o aparecimento de anfíbios grandes, esverdeados e de coaxar ba...