
07/05/2020
Mais de três bilhões de pessoas poderão viver em regiões com temperaturas muito elevadas para seres humanos até 2070. A estimativa é de um estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Os cientistas explicam que por milênios a humanidade viveu em um "nicho climático", em que as temperaturas são ideias para a sobrevivência, plantação e criação de gado.
De acordo com os pesquisadores, se o planeta não parar de aquecer, em 50 anos as condições para sobrevivência na Terra se tornarão extremas. Nas próximas décadas, a temperatura vai subir mais do que nos últimos seis mil anos. A previsão é de que os impactos aumentem acentuadamente de acordo com o grau de aquecimento.
Para cada 1° C de aumento, um bilhão de pessoas perderão as condições do "nicho climático" e, eventualmente, terão que buscar novas regiões para sobreviver, segundo o estudo. Comunidades que viverem em climas hoje considerados áridos ou semiáridos não terão mais as condições adequadas para criar gado ou cultivar colheitas. Ainda de acordo com os cientistas, regiões como o deserto do Saara, na África, que correspondem a menos de 1% da superfície da Terra, cobrirão cerca de 19% do globo, afetando diretamente cerca de 3,5 bilhões de pessoas até 2070, dependendo do cenário de crescimento populacional.
Fonte: Uol
Mês dos manguezais expõe desafios ambientais na Barra e Jacarepaguá; saiba o que vem sendo feito
23/07/2026
Livro gratuito sobre a castanheira-da-amazônia é semifinalista do Jabuti
23/07/2026
10 bairros de São Paulo terão troca gratuita de lâmpadas
23/07/2026
Fóssil raro achado no Brasil revela nova espécie de cobra que viveu no interior de SP há milhões de anos
23/07/2026
Sem predador e com até 20 cm, rã-touro ameaça fauna em Florianópolis
23/07/2026
Área queimada no Brasil cai 58% em 2025
23/07/2026
