
16/01/2020
Promotores do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do Ministério Público estadual (MPRJ) realizaram uma fiscalização, nesta segunda-feira, na Estação de Tratamento de Água do Guandu. Técnicos das Vigilâncias Sanitárias estadual e municipal, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Fiocruz e representantes da Agenersa (Agência Reguladora) também participaram da ação, que aconteceu uma semana depois das primeiras reclamações de moradores da cidade sobre o cheiro forte e colaração na água da torneira.
Todos os órgãos coletaram amostras de água em diferentes pontos, da captação ao pós-tratamento, e os resultados devem ficar prontos nos próximos dias. Os promotores buscam respostas para as condições de turbidez, odor e sabor da água fornecida. A partir dos resultados das análises, o Gaema vai definir os desdobramentos e as ações cabíveis. A coleta foi realizada mais de uma semana após às primeiras reclamações dos moradores.
Segundo o MPRJ, a Cedae reafirmou que o seu monitoramento aponta que a água está dentro do padrão de potabilidade e na vistoria, visualmente, nenhuma irregularidade foi constatada. O que irá provar, porém, se a água está efetivamente própria para consumo são as análises realizadas hoje, além das que serão realizadas ao longo do sistema de distribuição. Os promotres irão solicitar à estatal que os laudos do sistema de monitoramento sejam divulgados a toda população.
Para ler a matéria completa, acesse O Globo
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