
14/06/2016
Oito anos de preparativos antecederam os 17 dias de competições olímpicas no Rio de Janeiro, que acontecem entre 5 e 21 de agosto. Da lista de promessas feitas, e que ajudaram o Brasil a ganhar a candidatura em 2008, poucos projetos de impacto vão melhorar a vida na cidade.
Dentre as frustrações, está o plano de despoluição da baía de Guanabara, local das disputas de vela. O documento de candidatura do Brasil assinado por João Havelange que, à época, era membro decano do COI (Comitê Olímpico Internacional), se comprometia a tratar 80% do esgoto que deságua na baía antes do início dos Jogos.
Apesar da falha em cumprir a meta, para a APO (Autoridade Olímpica Brasileira) é preciso olhar os avanços. "Houve ampliação de 10% para 50% no nível de tratamento de esgoto na área da baía", diz Marcelo Pedroso, presidente da APO.
A SEA (Secretaria de Estado do Ambiente) culpa o modelo de gestão. "A baía possui vários gestores e nenhum planejamento em comum visando a sua recuperação e preservação", respondeu em nota à Folha.
Um novo plano de governança está sendo elaborado para que "erros do passado não se repitam e a baía não fique mais à mercê da gestão de um período de governo". A secretaria preferiu não falar em prazos.
A matéria na íntegra pode ser lida na Folha de S. Paulo
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