
25/06/2026
Quem olha para o jardim que fica na Cidade Universitária vê uma lagoa e diferentes espécies de planta que compõe a paisagem. Mas, o que poderia ser apenas “decoração verde” é na verdade um jardim filtrante do Grupo L’Oréal: uma estrutura ambiental viva, operada com rotina técnica, manutenção especializada e monitoramento contínuo.
A água passa por um processo natural de purificação realizado por plantas e pode ser reutilizada em atividades como irrigação e em banheiros.
A solução combina paisagismo, biotecnologia e gestão ambiental para apoiar o uso mais eficiente dos recursos hídricos e reduzir os impactos. Na prática, a água passa por um processo natural de purificação, no qual plantas, raízes, substrato e microrganismos atuam de forma integrada para diminuir a carga poluidora dos efluentes.
“O jardim filtrante é um exemplo de como natureza, técnica e operação podem atuar juntas para transformar compromissos de sustentabilidade em práticas concretas no dia a dia”, afirma Satoshi Yadoya, diretor da Plataforma Técnica de Facilities da Sodexo, empresa responsável pela implementação e manutenção do jardim filtrante.
Além de viabilizar o reuso da água, o jardim cria uma paisagem natural no entorno do prédio e favorece a atração de biodiversidade. Todo o processo ocorre sem adição de produtos químicos e sem geração de resíduos contaminados. Por utilizar plantas e processos biológicos associados à absorção de CO₂, o sistema também pode contribuir para um balanço ambiental positivo.
Termine de ler esta reportagem clicando no CicloVivo
Moradores denunciam árvores cimentadas em Copacabana e no Flamengo
22/10/2026
Natura oferece desconto por embalagens vazias de cosméticos
22/10/2026
Coleta de tintas e latas chega a todas as regiões de São Paulo
22/10/2026
Sagui ameaçada de extinção tem dois filhotes no RS
22/10/2026
Nova linha de jeans da Renner une inovação, design e durabilidade
22/10/2026
Pesquisadora brasileira recebe prêmio internacional
22/10/2026
