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Animais são o foco de nova modalidade de experiências turísticas do Airbnb

08/10/2019

Já pensou em fazer yoga com gatos na sua próxima viagem a Porto Alegre? Ou resgatar cachorros na área da usina nuclear desativada de Chernobyl, na Ucrânia? Essas duas das Experiências com Animais, a nova modalidade de atividades turísticas lançada pela plataforma Airbnb na última semana.
De acordo com a companhia, o objetivo é criar maneiras de o turista se relacionar melhor com a natureza com a ajuda de anfitriões especializados, seguindo parâmetros de bem-estar animal da organização não-governamental World Animal Protection. A chancela da ONG é importante, num momento em que muitas agências de viagem, operadoras de turismo e plataformas de reservas estão tirando de seus catálogos atrações com animais consideradas abusivas.
As experiências oferecidas são as mais diversas. Há passeios bastante tradicionais, como o avistamento de baleias-francas no litoral de Santa Catarina, safáris em Nairóbi (Quênia) e observação de araras guacamaya em Nosara (Costa Rica). Também é possível observar raposas-do-Ártico na Islândia e acompanhar os trabalhos de biólogos que pesquisam os gibões numa floresta em Phuket, na Tailândia.
Mas há também programas bem inusitados, como um chá com cordeiros, numa propriedade rural no Lago Lomond, na Escócia. Ou o resgate de filhotes de cachorros perdidos na Zona de Exclusão de Chernobyl, na Ucrânia. E o que falar das aulas de yoga na companhia de gatos bem flexíveis, dada pela instrutora e anfitriã gaúcha Ana Luiza?
No Estado do Rio, algumas opções são mergulho para ver tartarugas-marinhas nas Ilhas Tijucas, na Barra da Tijuca, observação de pássaros nos parques da capital e cavalgada pelo bairro Corisco, em Paraty. Os preços variam de R$ 199 a R$ 285 por pessoa.
Veja alguns dos destaques das política de proteção animal do Airbnb estão: não deve haver contato direto de humanos com animais selvagens, seja para dar comida, fazer carinho ou se aproximar para uma selfie; animais de carga devem transportar no máximo uma pessoa, ou 20% de seu peso, para não serem sobrecarregados; mamíferos marinhos nunca devem estar em cativeiro. Passeios em elefantes, interações com grandes felinos, apresentações de animais para entretenimento e, claro, caça também estão riscados da cartilha da plataforma.

Fonte: O Globo

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