
01/10/2019
As manchas de petróleo que têm aparecido em praias do Nordeste desde o início de setembro já atingiram 112 localidades em 53 municípios de 8 estados. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), a mesma substância está poluindo a costa brasileira. Trata-se de petróleo cru, e não de um produto derivado do óleo.
Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia. "A análise realizada em amostras atestou, por meio da observação de moléculas específicas, que a família de compostos orgânicos do material encontrado não é compatível com a dos óleos produzidos e comercializados pela companhia". Os testes foram feitos no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro. Ainda não se sabe a origem da substância.
1. Quando foi feito o primeiro registro?
Segundo o Ibama, os primeiros registros de óleo nas praias do Nordeste ocorreram no dia 2 de setembro nas cidades de Ipojuca e Olinda, no estado de Pernambuco. No dia seguinte, 3 de setembro, as manchas foram registradas em outras cidades do estado (Tamandaré, Recife, Jaboatão dos Guararapes) e também na cidade de Conde, na Paraíba.
O último estado afetado foi o Maranhão, com registros em quatro municípios feitos nesta quarta-feira (25), segundo o relatório oficial do Ibama, atualizado pela última vez às 17h da quarta.
2. Quantos estados têm praias atingidas?
As manchas já atingiram 112 localidades em 53 municípios de 8 estados, de acordo com o último balanço do Ibama, publicado no fim da tarde desta sexta-feira (27). No Nordeste, apenas o estado da Bahia não foi afetado ainda.
Veja o número de registros por estado segundo o Ibama no G1
Fabricantes de instrumentos musicais tentam manter uso de pau-brasil
28/07/2026
Pedras de demolição dão nova vida a banheiro público em Londres
28/07/2026
Montanha de roupas descartadas que a Europa envia para o Chile já ultrapassa 60 mil toneladas e é visível do espaço
28/07/2026
Couro biológico reaproveita sinalização descartável
28/07/2026
Espanha e França veem avanço de incêndios desacelerar, mas previsão de onda de calor preocupa
28/07/2026
Nem eles aguentam: camelos africanos sofrem com calor excessivo no deserto
28/07/2026
