
08/08/2019
A prefeitura divulgou o termo de referência para concessão do Jardim de Alah à iniciativa privada, como antecipou Ancelmo Gois. No documento, a justificativa apresentada para adoção da medida é a falta de recursos nos cofres municipais para investir e manter o espaço, constantemente tomado por pessoas em situação de rua e objeto de ações judiciais desde que funcionou como canteiro de obras da linha 4 do metrô.
A ideia da prefeitura é ocupar a área com restaurantes e outros empreendimentos comerciais. Na Praça Almirante Saldanha da Gama, identificada pela prefeitura como D1, está prevista a instalação de um ponto comercial de 70 metros quadrados "mais um terraço efêmero".
- Qual o tempo da efemeridade? Um mês, um verão? Não há limitação da altura nem do horário de funcionamento, nem fala sobre tratamento acústico nem sobre o limite de barulho - questionou o designer Sérgio de Souza, morador da região.
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