
23/05/2019
O Ministério Público Federal (MPF) recorreu à Justiça para tentar suspender a licitação, marcada para esta segunda-feira (20), destinada à escolha da empresa ou consórcio que irá construir o novo autódromo do Rio, orçado inicialmente em R$ 850 milhões. O pedido se sustenta na falta de estudos de impacto ambiental do projeto em área de Mata Atlântica.
Na ação civil pública movida contra o município, o MPF pediu à Justiça a suspensão do processo até que seja apresentado e aprovado o estudo e, com base nele, expedida licença prévia atestando a viabilidade ambiental do empreendimento.
Por telefone, a assessoria da prefeitura disse ao G1 que não foi notificada judicialmente e, por isso, não comentaria a respeito do estudo cobrado pelo MPF.
O projeto prevê a construção do Novo Autódromo do Rio no local conhecido como Floresta de Camboatá, em Deodoro, Zona Oeste da cidade. De acordo com o MPF, a área “é o único ponto remanescente de grande porte de Mata Atlântica em área plana na cidade”.
O objeto da licitação agenda pela prefeitura para esta segunda-feira é a contratação em regime de parceria público-privada, na modalidade concorrência para concessão administrativa, para a implantação, operação e manutenção do autódromo parque na região de Deodoro.
A matéria na íntegra pode ser lida no G1
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