
14/05/2019
O ritmo crescente das mudanças climáticas está levando pesquisadores a pensar em possíveis soluções inusitadas e radicais.
Cientistas de Cambridge, na Inglaterra, planejam montar um centro de pesquisa para explorar novas maneiras de conter as mudanças climáticas e regenerar a Terra.
Eles investigarão abordagens radicais como recongelar os polos do planeta, reciclar o dióxido de carbono (CO2) com a produção de combustível e estimular a produção de algas nos oceanos para remover este gás da atmosfera.
A decisão de criar o centro nasce dos temores de que as abordagens atuais não serão capazes de combater e reverter danos ao meio ambiente.
A iniciativa é a primeira desse tipo no mundo e busca gerar reduções drásticas nas emissões e na presença do CO2 na atmosfera. A iniciativa é coordenada pelo ex-assessor científico do governo britânico David King.
"O que fizermos nos próximos dez anos determinará o futuro da humanidade para os próximos 10 mil anos. Não há um grande centro no mundo que se concentre neste problema", disse ele à BBC News.
Algumas das abordagens descritas por King são conhecidas pelo termo "geoengenharia".
O Centro de Reparo do Clima faz parte da Iniciativa para Futuros Neutros em Carbono da universidade, liderada pela cientista Emily Shuckburgh.
Ela disse que a missão do projeto será "resolver o problema climático". "Não podemos falhar nisso", disse ela.
Leia mais no G1
Onças, gatos-do-mato e até filhotes roubam a cena em monitoramento no Parque Nacional de Itatiaia; vídeo
28/07/2026
O que é biodiversidade?
28/07/2026
Fazendeiro é condenado a recuperar área desmatada e pagar R$ 11,9 mil por danos ambientais em MG
28/07/2026
Protect Paradise já reciclou 7,5 toneladas de plástico em Noronha
28/07/2026
Mais de 80% das áreas protegidas da Amazônia tiveram desmatamento zero
28/07/2026
Número de espécies exóticas de moluscos no Brasil aumenta 215% em 15 anos
28/07/2026
