
25/04/2019
Na manhã do dia 9, uma terça-feira, poucas horas após o temporal que deixou um rastro de destruição no Rio de Janeiro, as imagens de bombeiros usando snorkel para procurar possíveis vítimas num carro submerso dentro do mergulhão da Avenida Armando Lombardi, na altura do Barra Point, chamado de Mergulhinho, causaram espanto a muitos cariocas. Mas não a moradores e frequentadores da Barra e dos bairros vizinhos. Este é apenas um dos pontos da região que alagam sempre que chove forte na cidade. A equipe do GLOBO-Barra percorreu alguns deles cerca de 48 horas depois da última inundação e constatou que os problemas são, principalmente, drenagem e manutenção insuficientes. Diante da situação recorrente, a população cria estratégias para tentar se proteger.
Os mergulhões da região costumam encher. O do Jardim Oceânico foi liberado ainda na terça-feira passada, mas, na quarta, o Mergulhão Billy Blanco, na altura da Cidade das Artes, no sentido Jacarepaguá, permanecia fechado, devido ao volume de água acumulado.
A interdição deste mergulhão no corredor Transcarioca é mais comum quando a chuva aperta do que os passageiros de ônibus gostariam. A cuidadora de idosos Simone Rosa, que pega dois ônibus para chegar ao trabalho, na Barra, já tem uma rota de fuga: quando chove muito, salta do primeiro antes do seu ponto habitual e atravessa a passarela para chegar ao Terminal Alvorada.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Onças, gatos-do-mato e até filhotes roubam a cena em monitoramento no Parque Nacional de Itatiaia; vídeo
28/07/2026
O que é biodiversidade?
28/07/2026
Fazendeiro é condenado a recuperar área desmatada e pagar R$ 11,9 mil por danos ambientais em MG
28/07/2026
Protect Paradise já reciclou 7,5 toneladas de plástico em Noronha
28/07/2026
Mais de 80% das áreas protegidas da Amazônia tiveram desmatamento zero
28/07/2026
Número de espécies exóticas de moluscos no Brasil aumenta 215% em 15 anos
28/07/2026
