UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
ONU recomenda mais investimentos para evitar catástrofes ambientais

14/03/2019

Investir 2% do PIB dos países em meio ambiente pode reduzir o impacto das mudanças climáticas, escassez de água e perda de ecossistemas sem prejudicar o desenvolvimento econômico. O diagnóstico é um dos destaques do sexto Panorama Ambiental Global (GEO-6), lançado esta terça-feira em Nairóbi, no Quênia.
O levantamento, produzido por 250 cientistas de mais de 70 países, é o mais amplo já desenvolvido pela ONU Meio Ambiente. As principais regiões afetadas pela falta de proteção ambiental estão na Ásia, Oriente Médio e África.
Na divulgação do estudo, a ONU Meio Ambiente destacou que “o mundo tem a ciência, a tecnologia e os recursos financeiros de que precisa para seguir na direção de um caminho de desenvolvimento mais sustentável, embora ainda falte apoio suficiente do público, das empresas e de líderes políticos, que se agarram a modelos ultrapassados de produção e desenvolvimento”.
Entre as recomendações do organismo internacional está a redução do consumo de carne e do desperdício de alimentos. Estas medidas diminuiriam a necessidade de aumentar a produção de comida para a população global, que pode chegar a até 10 bilhões de pessoas em 2050.
Estima-se que atualmente 33% dos alimentos comestíveis são desperdiçados. Este índice chega a 50% nos países desenvolvidos. O estudo também ressalta que é mais prático e eficiente investir em sistemas interligados — como alcançar as metas do Acordo de Paris — do que em soluções isoladas, como a poluição da água.
— Estamos em uma encruzilhada. Vamos continuar no nosso caminho atual, que levará a um futuro sombrio para a Humanidade, ou dar uma guinada para um camino de desenvolvimento mais sustentável? Essa é a escolha política que nossos líderes políticos têm que fazer, agora — reivindica Joyce Msuya, diretora-executiva interina da ONU Meio Ambiente.
Copresidentes do grupo responsável pelo estudo, Joyeeta Gupta e Paul Ekins afirmaram que já existem políticas e tecnologias que podem ser aplicadas sem afetar a saúde da população.
— O que falta atualmente é a vontade política de implementar políticas e tecnologias a uma velocidade e escala suficientes — ressaltam.

Fonte: O Globo

Novidades

Vendaval turbinado que atingiu o Rio e São Paulo é a ´ponta do dedo do longo braço´ do El Niño; entenda

30/07/2026

Os fortes ventos que atingiram os estados de São Paulo e Rio de Janeiro eram a vanguarda de um siste...

VÍDEO: maior espécie de raia do mundo é registrada durante pesquisa com baleias no ES

30/07/2026

A maior espécie de raia do mundo foi registrada durante uma expedição científica realizada em alto-m...

Sucuri-amarela infestada de carrapatos impressiona no Pantanal; biólogo explica

30/07/2026

Uma sucuri-amarela, cobra símbolo do Pantanal de Mato Grosso do Sul, chamou a atenção de internautas...

Presença de golfinhos em Fernando de Noronha cai quase pela metade em dez anos

30/07/2026

Um dos símbolos de Fernando de Noronha, o golfinho-rotador frequentou bem menos o arquipélago no ano...

El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios

30/07/2026

O governo informou nesta quarta-feira (29) que prevê investir até R$ 1,3 bilhão em ações para enfren...

Mercúrio se acumula duas vezes mais rápido na Península Antártica, aponta estudo

30/07/2026

Mesmo distante dos grandes centros urbanos e industriais, a Península Antártica está acumulando merc...