
04/12/2018
Um grupo de moradores nativos da Barra e do Recreio ganha atenção especial a partir desta semana, com a campanha “Ajude a preservar os jacarés-de-papo-amarelo. Não alimente os jacarés!”, realizada pelo Centro de Educação Ambiental (CEA), vinculado à Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente. As ações se estenderão até 15 de dezembro, aos sábados, às segundas e às quartas.
Durante a campanha, biólogos e agentes ambientais visitarão pontos diferentes dos dois bairros. Distribuirão folhetos educativos com o objetivo de conscientizar moradores a respeito dos riscos de jogar comida para os animais em rios e lagoas e instalarão placas nos locais onde é mais comum encontrar jacarés. Entre os alertas estão o efeito nocivo da alimentação inadequada na saúde dos animais e a possibilidade de migração destes de seu habitat para espaços urbanos — o que já acontece, ocasionalmente, nos dois bairros.
Em condições normais, o jacaré-de-papo-amarelo não tende a atacar pessoas. Porém, esse tipo de interação pode instigá-lo a agir de forma contrária, aponta o biólogo Marcelo Mello.
— Se o jacaré começa a ser alimentado, isso afeta o seu instinto de predador e o aproxima da comunidade, embora o ideal seja mantê-lo afastado. A espécie não é agressiva, mas, quando se sente ameaçada, ataca. Há riscos para uma criança pequena que esteja brincando perto dele, por exemplo — diz o biólogo. — O jacaré ainda é prejudicado pela poluição da área onde vive.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Vendaval turbinado que atingiu o Rio e São Paulo é a ´ponta do dedo do longo braço´ do El Niño; entenda
30/07/2026
VÍDEO: maior espécie de raia do mundo é registrada durante pesquisa com baleias no ES
30/07/2026
Sucuri-amarela infestada de carrapatos impressiona no Pantanal; biólogo explica
30/07/2026
Presença de golfinhos em Fernando de Noronha cai quase pela metade em dez anos
30/07/2026
El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios
30/07/2026
Mercúrio se acumula duas vezes mais rápido na Península Antártica, aponta estudo
30/07/2026
