UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Após furacão Florence, milhares de peixes mortos aparecem em estrada

25/09/2018

Após ser responsável pela morte de 44 pessoas e destruir parte da infraestrutura de cidades localizadas nos estados norte-americanos da Carolina do Norte e Carolina do Sul, a passagem do furacão Florence ainda traz consequências: no último final de semana, bombeiros tiveram de retirar milhares de peixes mortos que se acumulavam na rodovia Interestadual 40, na Carolina do Norte. As inundações que ocorreram por conta da passagem da tempestade fizeram com que mais de 75 centímetros de água se acumulassem sobre a rodovia, deixando-a submersa por alguns dias.
Em uma publicação no Facebook, o Corpo de Bombeiros local afirmou que o furacão Florence foi responsável por inundações massivas na área, fazendo com que os peixes viajassem para longe dos rios e morressem no asfalto após o recuo das águas. Surpresos com a quantidade de animais mortos que estavam no local, os bombeiros utilizaram uma mangueira de alta pressão para limpar a rodovia. De acordo com os relatos, o cheiro causado pelos peixes mortos era muito forte.
Samantha Hardison, bombeira voluntária que participou da operação para limpar o local, afirmou que nenhum membro do Corpo de Bombeiros se lembrava de ter vivido uma situação parecida em enchentes que já ocorreram na região.
Após a limpeza parcial da rodovia pelos bombeiros, o departamento de transporte da Carolina do Norte continuou a remover os milhares de peixes que estavam na região. O furacão Florence chegou ao território norte-americano no último dia 14 de setembro e é considerado um dos fenômenos mais devastadores que atingiram o país nas últimas décadas.
Nascidos nos oceanos tropicais, os furacões são formados quando a água do mar esquenta e converte-se em ar quente, formando nuvens de tempestade. Por conta da diminuição da pressão do ar nessa região, a velocidade dos ventos na área aumenta – sua forma circular se deve ao processo de rotação da Terra. Com a água quente do oceano retroalimentando-o, o fenômeno ganha força e pode prosseguir até terra firme, quando começa a perder energia pela falta de água.

Fonte: Revista Galileu

Novidades

Vendaval turbinado que atingiu o Rio e São Paulo é a ´ponta do dedo do longo braço´ do El Niño; entenda

30/07/2026

Os fortes ventos que atingiram os estados de São Paulo e Rio de Janeiro eram a vanguarda de um siste...

VÍDEO: maior espécie de raia do mundo é registrada durante pesquisa com baleias no ES

30/07/2026

A maior espécie de raia do mundo foi registrada durante uma expedição científica realizada em alto-m...

Sucuri-amarela infestada de carrapatos impressiona no Pantanal; biólogo explica

30/07/2026

Uma sucuri-amarela, cobra símbolo do Pantanal de Mato Grosso do Sul, chamou a atenção de internautas...

Presença de golfinhos em Fernando de Noronha cai quase pela metade em dez anos

30/07/2026

Um dos símbolos de Fernando de Noronha, o golfinho-rotador frequentou bem menos o arquipélago no ano...

El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios

30/07/2026

O governo informou nesta quarta-feira (29) que prevê investir até R$ 1,3 bilhão em ações para enfren...

Mercúrio se acumula duas vezes mais rápido na Península Antártica, aponta estudo

30/07/2026

Mesmo distante dos grandes centros urbanos e industriais, a Península Antártica está acumulando merc...