
05/04/2018
Um dos maiores legados olímpicos, a Orla Conde — rebatizada por cariocas de Boulevard Olímpico — ultimamente vem convivendo com o fantasma da decadência que assombrou a região da Praça Mauá por tantos anos. Passados menos de dois anos da inauguração das obras, quem circula a pé, de bicicleta ou skate pelos 3,5 quilômetros do cartão-postal encontra pelo caminho buracos, placas de piso soltas e quebradas, mobiliário urbano danificado e áreas tomadas por moradores de rua.
O pior cenário é visto na região da Praça Quinze, onde há crateras na pista de rolamento, junto à Baía de Guanabara, e três bancos de madeira foram quebrados nos últimos meses.
Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), a manutenção do boulevard também é responsabilidade da prefeitura, porque a administração do território da Orla Conde foi “dividida”. O trecho entre a Praça da Candelária e a Praça da Misericórdia deve ser cuidado pela Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), enquanto a área que vai da Praça da Candelária até a Avenida Rodrigues Alves (incluindo a Praça Mauá) dever ser fiscalizada pelas equipes da própria Cdurp.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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