
22/02/2018
Em pouco mais de um ano do governo Marcelo Crivella, a Comlurb terá seu quarto presidente. O nome do escolhido, muito provavelmente um funcionário de carreira da empresa, deve ser anunciado nas próximas horas. A decisão foi tomada porque a cúpula da prefeitura ficou insatisfeita com a reação da Comlurb no temporal da quinta-feira passada. Enquanto as chuvas alagavam vários pontos da cidade, equipes de plantão no Centro de Operações Rio (COR), tentavam sem sucesso localizar os coordenadores das equipes de emergência.
Os garis só começaram a trabalhar por volta das 4 da manhã, mais de duas horas após o início das chuvas. Devido ao atraso, não foi possível deslocar a tempo equipes para remover árvores caídas que obstruíam vias ou o lixo acumulado que impedia que a água escoasse em corredores de tráfego importantes, antes que começassem a ser tomados pelo tráfego pesado durante o dia. Uma das áreas críticas que só pode ser coberta somente pela manhã, foi a Avenida Brasil.
A situação só não foi mais crítica devido à intervenção do diretor de Serviços Urbanos, da Comlurb, Paulo Mangueira. Entre os integrantes da cúpula da empresa, o servidor foi o primeiro a ser localizado na madrugada. Mangueira, no entanto, tinha um problema de hierarquia já que não era de sua atribuição coordenar as equipes de emergência. Irritado, o secretário da Casa Civil, Paulo Messina, deu sinal verde para Mangueira agir. Mais tarde, pediu explicações à diretoria da companhia de limpeza.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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