
08/02/2018
O recorde de ocupação dos hotéis tem se tornado frequente no Rio durante eventos como carnaval e réveillon. O empenho mostrado ao atrair os turistas, no entanto, não é o mesmo que se vê na hora de receber os visitantes. E é nos principais cartões-postais que a cidade tem se mostrado uma péssima anfitriã. Nem mesmo o encanto pelas lindas paisagens consegue superar a invasão de ambulantes e o assédio de flanelinhas.
Nos acessos ao Corcovado, por exemplo, um dos destinos mais procurados por turistas, vagas de estacionamento são oferecidas a R$ 50 por guardadores clandestinos e funcionários terceirizados da empresa que faz o receptivo no ponto turístico. Em Copacabana, outro cenário presente na lista de quem vem ao Rio, um camelódromo cobre o charme das pedras portuguesas do calçadão reconhecido mundialmente.
No início da tarde da última terça-feira chovia muito, e o movimento no Corcovado era pequeno. Nas Paineiras, uma equipe do GLOBO chega de carro à área de embarque e desembarque para táxis e veículos particulares e de turismo.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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