
25/01/2018
A Secretaria estadual de Saúde informou nesta segunda-feira que subiu para sete o número de mortes provocadas pela febre amarela este ano em território fluminense. No entanto, a quantidade de óbitos causados pela doença pode ser maior, já que, na conta oficial do governo, não está incluído um caso confirmado pela Secretaria municipal de Valença. Ou seja, o número já chega a oito neste primeiro mês de 2018. Ao longo de todo o ano passado, foram contabilizadas nove mortes no estado.
No total, o Rio contabiliza 15 casos de febre amarela. Nove foram diagnosticados em Valença, que tem duas mortes confirmadas pelo estado e uma pela prefeitura. Teresópolis soma três notificações, sendo duas mortes; e Miguel Pereira, um caso que resultou em óbito. A sétima vítima fatal da doença vivia em Nova Friburgo. Uma pessoa que contraiu a doença em Petrópolis estava hospitalizada na capital, mas já teve alta.
A situação do Estado do Rio é preocupante, segundo o epidemiologista Edimilson Migowski, professor da Faculdade de Medicina da UFRJ e presidente do Instituto Vital Brazil. Ele destaca que alguns municípios fluminenses já enfrentam uma epidemia, que não se caracteriza pelo número absoluto de casos, mas, sim, pela série histórica de registros da doença.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva
04/08/2026
Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba
04/08/2026
Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado
04/08/2026
Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS
04/08/2026
Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30
04/08/2026
Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil
04/08/2026
