
18/01/2018
O sinal de alerta reacendeu nesta segunda-feira com a confirmação de mais duas mortes por febre amarela em Valença, no Sul Fluminense, subindo para três o número de óbitos em decorrência da doença no estado este ano. O primeiro caso foi em Teresópolis, na Região Serrana. Enquanto isso, a cobertura vacinal está muito aquém do necessário. A estimativa da Secretaria estadual de Saúde é que mais de oito milhões de pessoas (cerca de 60%) de um público alvo de 14 milhões — incluindo grupos inseridos em 2018 pelo Ministério da Saúde, como os idosos com aval médico — ainda não foram vacinadas. Na capital, a Secretaria municipal de Saúde informa que apenas 1,69 milhão procurou os postos no ano passado para tomar a vacina, sendo necessário imunizar outros dois milhões. Porém, diante dos novos casos da doença e da notícia de que quatro macacos-prego foram achados mortos nos últimos dois dias numa via de acesso à Floresta da Tijuca, houve correria aos centros de saúde e às clínicas da família da prefeitura.
— Vacinar não é só importante, é um dever social e uma urgência. É fundamental dar prioridade à vacinação para que não se tenha a ampliação e o risco de urbanização da doença. Estamos em campanha permanente. Todos os municípios têm vacina. — diz o secretário estadual de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Júnior, acrescentando que só pedirá a antecipação da campanha ao Ministério da Saúde se houver necessidade.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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