
19/12/2017
Embora estudos sejam inconclusivos quanto aos efeitos das ondas de radiação emitidas pelo celular, o Departamento de Saúde da Califórnia decidiu lançar um guia para que as pessoas minimizem o uso do aparelho.
A preocupação das autoridades reside no uso crescente e na exposição prolongada, principalmente entre crianças.
Nos Estados Unidos, 95% da população têm um telefone celular. A preocupação é maior entre jovens em desenvolvimento: em média, crianças de 10 anos já começam a usar o aparelho.
"O cérebro de crianças continua a se desenvolver durante a adolescência e pode ser afetado pelo uso do celular", disse Karen Smith, diretora do Departamento de Saúde da Califónia, em nota.
O Departamento de Saúde da Califórnia também citou riscos que foram mapeados em estudos, embora eles não representem uma causalidade direta (outros fatores podem influenciar no resultado).
Para que o risco se apresente, também o uso precisa ser excessivo e prolongado. São eles:
* Tumores cerebrais e câncer de nervos relacionados à audição;
* Tumores nas glândulas salivares;
* Baixa contagem de esperma ou menor mobilidade;
* Dores de cabeça e efeitos na aprendizagem e memória;
* Interferência no sono.
A matéria completa pode ser lida no G1 - Bem Estar
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