
28/11/2017
Desde agosto, um novo habitante da Floresta da Tijuca vem fazendo a alegria dos pesquisadores do projeto ReFauna Tijuca, uma parceria entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Parque Nacional da Tijuca, com o objetivo de reintroduzir a fauna nativa que se encontra em extinção no bioma. O motivo da comemoração é o nascimento, em agosto último, do primeiro filhote dos seis macacos bugios (Alouatta guariba clamitans) reintroduzidos por lá em 2015.
Segundo Ernesto Viveiros de Castro, chefe do Parque Nacional da Tijuca, o nascimento do filhote representa um sucesso para o projeto, que pretende restabelecer as interações ecológicas em uma floresta devastada ao longo da colonização e que, a partir de 1861, sofreu um grande processo de reflorestamento e regeneração natural, porém se tornou uma “floresta vazia”, isto é, sem a população animal de quando a mata ainda era intocada, principalmente no que se refere à população de mamíferos. O projeto começou em 2010, com a reintrodução de 31 cutias, hoje já na quarta geração na floresta. Outras espécies serão reintroduzidas em breve. Na lista estão: jabuti, arara-vermelha, pássaros trinca-ferro e mais alguns mamíferos.
— O projeto ainda está no início, mas o nascimento de um filhote de bugio é um sinal de que os animais estão se aclimatando bem no parque, conseguindo se alimentar (sem ação dos humanos), formando casais e se reproduzindo. — comemora Viveiros de Castro.
A matéria na íntegra foi publicada em aqui
Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva
04/08/2026
Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba
04/08/2026
Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado
04/08/2026
Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS
04/08/2026
Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30
04/08/2026
Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil
04/08/2026
