UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Um novo Rio, acessível e sustentável para cariocas e turistas

12/04/2016

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 estão contribuindo para o surgimento de uma cidade mais humana, acessível e verde. O legado olímpico já pode ser conferido nas obras que se multiplicam pela metrópole, como na modernização da SuperVia e na construção de centros esportivos e áreas de atendimento. A Vila dos Atletas, erguida na vizinhança do Riocentro e entregue em março para o Comitê Organizador dos Jogos, é um exemplo. O local tem potencial para abrigar cerca de 18 mil atletas, paratletas e equipes técnicas de mais de 200 países durante a competição, que ficarão hospedados em 31 edifícios.
A partir de 2017, este será o epicentro de um novo bairro planejado, com respeito pela preservação do meio ambiente, ecologicamente correto e adequado ao acesso de pessoas com deficiência – 4.350 atletas paralímpicos irão usufruir da Vila, cujos prédios têm corredores e portas mais largos e elevadores desenhados para abrigar até duas cadeiras de rodas ao mesmo tempo. Depois da competição, o legado de acessibilidade poderá ser mantido pelos futuros moradores que desejarem, para usufruir dos diferenciais oferecidos pelo empreendimento.
Os apartamentos de dois a quatro quartos que receberão os atletas formarão um novo bairro, a Ilha Pura, construída pela Carvalho Hosken e Odebrecht Realizações Imobiliárias, ancorada nas premissas de sustentabilidade. As instalações, que contam com investimento 100% privado, a exemplo do que aconteceu nos Jogos de Sydney, na Austrália, não tiveram nenhum aporte de recursos da Prefeitura – que se responsabilizou apenas pela infraestrutura do entorno e dos acessos viários da Vila dos Atletas.
– O empreendimento se preocupou com dois fatores críticos: energia e água – diz Maurício Cruz, diretor-geral da Ilha Pura. O revestimento externo dos edifícios, cerâmico e em tons claros, ajuda a refletir o calor. Os vidros especiais barram os raios ultravioleta. Os 10 mil m² de telhados têm cobertura vegetal, que ajuda a diminuir a sensação térmica. Com as ações, a intenção é reduzir o consumo de energia, especialmente com o uso de aparelhos de ar condicionado.
A água, um recurso escasso depois da séria crise hídrica vivida pelo Sudeste no ano passado, também terá tratamento especial. Toda a sobra das pias e chuveiros, a chamada “água cinza”, será levada para a estação de tratamento localizada no parque da Ilha Pura. Depois, servirá para irrigação e para alimentar os 8 mil m² de espelhos d’água do condomínio – além de voltar aos vasos sanitários como água de reuso.

A matéria pode ser lida em O Globo

Novidades

Fogo atinge duas áreas de preservação de Niterói em uma semana

11/08/2026

Em pouco mais de uma semana, duas áreas de preservação ambiental da cidade foram atingidas por incên...

Bosque dos Salesianos é ameaçado pela especulação imobiliária

11/08/2026

Enquanto São Paulo recebe a Climate Week 2026 e se apresenta ao mundo como referência latino-america...

Ventilação natural orienta projeto de casa em Brasília

11/08/2026

O estúdio local Bloco Arquitetos concluiu uma casa em Brasília cercada por painéis de tijolos e ampl...

Natura amplia sistemas agroflorestais de dendê na Amazônia

11/08/2026

Mais de mil hectares, o equivalente a cerca de 1,4 mil campos de futebol. Essa é a área ocupada pela...

Petrobras escolhe empresa para créditos de carbono cujo sócio teve madeireira punida

11/08/2026

A Petrobras selecionou uma empresa para aquisição de créditos de carbono, gerados a partir de restau...

Para combater invasão de algas, Caribe aposta em barcos, barreiras e biocombustível

11/08/2026

Centenas de funcionários de hotéis mexicanos, operadores de tratores e militares especializados da M...