
07/04/2016
A bibliotecária Matilde Benchimol, de 71 anos, tomou um susto na semana passada, quando viu seu irmão cair de cama após contrair o vírus da gripe H1N1. Ontem, ela correu até a clínica Vaccini, em Copacabana, à procura da vacina para a doença. Ela era uma das cerca de 40 pessoas que aguardavam atendimento durante a tarde. O medo de que o surto registrado em São Paulo se espalhe para o Rio tem provocado uma grande procura por clínicas de vacinação na cidade. Como o Ministério da Saúde só dará início à campanha nacional de vacinação no dia 30 (e a rede pública não oferecerá a vacina antes disso), os estabelecimentos particulares estão lotados.
A Vaccini informou que, na semana passada, aplicou uma quantidade de doses igual à vendida entre abril e dezembro do ano passado. No site da clínica, a informação é que, devido à grande procura, muitas unidades de sua rede estão com linhas telefônicas ocupadas e o estoque pode se esgotar a qualquer momento. Em outra clínica de Copacabana, a Prevcenter, uma funcionária disse que lotes da vacina acabaram na semana passada e foram repostos ontem. Durante a tarde, no edifício comercial onde funciona a clínica, a fila se estendia até os corredores. O pequeno espaço da sala de espera não conseguia acomodar sequer metade do número de pessoas em busca de vacinação, e elas eram obrigadas a aguardar no calor, sem ar-condicionado ou ventilador.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Fogo atinge duas áreas de preservação de Niterói em uma semana
11/08/2026
Bosque dos Salesianos é ameaçado pela especulação imobiliária
11/08/2026
Ventilação natural orienta projeto de casa em Brasília
11/08/2026
Natura amplia sistemas agroflorestais de dendê na Amazônia
11/08/2026
Petrobras escolhe empresa para créditos de carbono cujo sócio teve madeireira punida
11/08/2026
Para combater invasão de algas, Caribe aposta em barcos, barreiras e biocombustível
11/08/2026
