
21/01/2016
Ainda há muita dúvida sobre como se proteger individualmente das picadas do Aedes aegypti, vetor de dengue, zika e chikungunya. A grande variedade de repelentes disponíveis no mercado – só no Brasil, existem 122 com registro na Anvisa – faz a população se questionar se todos teriam a mesma eficácia contra o mosquito.
Mesmo os especialistas e os órgãos reguladores divergem em suas recomendações. Este mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária pediu que a população denuncie repelentes que tenham falhado ou provocado efeitos adversos.
Outras práticas disseminadas no país contra o Aedes, como o uso de vitaminas do complexo B, também geram confusão entre o público leigo. Veja perguntas e respostas sobre essas práticas:
QUAIS SÃO OS REPELENTES APROVADOS NO BRASIL?
Há 122 produtos registrados na Anvisa como repelentes para a pele. Eles têm quatro substâncias ativas:
- DEET (também conhecido como N,N-dimetil-meta-toluamida ou N,N-dimetil-3-metilbenzamida)
- IR3535 (também conhecido como etil butilacetilaminopropionato ou EBAAP)
- Icaridina (também conhecido como hidroxietil isobutil-piperidina carboxilato ou picaridina)
- Plantas do gênero Cymbopogon (citronela)
A matéria completa pode ser lida no site do Bem Estar
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