
24/11/2015
Tão particular e precioso, mas sem a devida atenção. Esse é o Parque Nacional da Tijuca (PNT), um dos destinos preferidos de cariocas e turistas que visitam o Rio. Numa ronda pelas estradas, trilhas e cachoeiras da unidade de conservação, a equipe do GLOBO-Zona Sul verificou problemas básicos como falta de limpeza e atalhos clandestinos nas trilhas; troncos e detritos nos cursos d’água; placas de informação pichadas e desgastadas; e aparelhos de ginástica antigos, precisando de reparos. Mas há ainda uma outra questão que salta aos olhos de quem frequenta o local e que pode estar comprometendo o esforço para a manutenção da área: o pequeno efetivo de monitores ambientais, responsáveis por conscientizar os visitantes e fazer o trabalho de conservação.
Segundo o próprio parque, existem apenas 30 funcionários terceirizados, nenhum do Instituto Chico Mendes (ICM-Bio), para fiscalizar 200 quilômetros de trilhas e quase quatro mil hectares de floresta. Chefe do PNT há três anos, Ernesto Viveiros de Castro concorda que o número é muito baixo.
— Essa é uma carência não só aqui, mas em todos os parques nacionais do Brasil — diz.
Ele lembra que do ano passado para cá o efetivo aumentou de 12 para os atuais 30 fiscais, mas não soube precisar, ao certo, o número ideal de monitores que o parque precisa.
A tradicional falta de verba e de recursos fez o parque inovar com a criação, há dez anos, de um mutirão de voluntários.
Saiba mais em O Globo
Aranha-lobo ‘dá um passeio’ pelo Aterro do Cocotá, na Ilha do Governador
13/08/2026
Fotógrafo brasileiro registra eclipse total na Espanha e flagra coroa solar e ‘anel de diamante’; veja IMAGENS
13/08/2026
Nova espécie de planta é descoberta em fotografias de observação de aves no ES
13/08/2026
Saúde das baterias impulsiona economia circular dos carros elétricos
13/08/2026
Calçada da ´Fauna´: conheça espécie de animal vermelho que ganhou pegada eternizada em Gramado
13/08/2026
Brasil perdeu 14% da cobertura de vegetação nativa em 41 anos, aponta MapBiomas
13/08/2026
