
29/09/2015
A Royal Dutch Shell abandonou a busca por petróleo no Ártico depois de não conseguir encontrar volumes suficientes da commodity, em um movimento que vai apaziguar ambientalistas e acionistas que diziam que o projeto era muito caro e arriscado.
A Shell gastou cerca de US$ 7 bilhões na exploração de águas em torno do Alasca até o momento e disse que pode ter até mais US$ 4,1 bilhões em custos com a decisão de abandonar o Mar de Chukchi. A fracassada campanha é o segundo revés da Shell no Ártico desde que a companhia interrompeu a exploração por três anos, em 2012, quando uma enorme sonda quebrou na região.
Ativistas ambientais e acionistas também pressionavam a Shell a abandonar as perfurações no Ártico. Alguns se preocupam com os efeitos de eventuais derramamentos de óleo sobre espécies protegidas, enquanto outros queixam-se dos custos, depois de os preços do petróleo terem caído mais que pela metade desde o último ano.
Em maio, o presidente americano, Barack Obama, provocou a ira dos ecologistas ao autorizar a Shell a fazer perfurações submarinas no Mar de Chukchi. Após dois meses de exploração, a Shell considerou que o resultado das perfurações era “claramente decepcionante”, levando a empresa a desistir de seguir adiante.
A Shell perfurou até uma profundidade de quase 2.070 metros no poço Burger J, situado no mar a 240 km da cidade de Barrow, no Alasca, e encontrou indícios de petróleo e gás. Mas, de acordo com a empresa, “não são suficientes para justificar uma exploração maior”.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Aranha-lobo ‘dá um passeio’ pelo Aterro do Cocotá, na Ilha do Governador
13/08/2026
Fotógrafo brasileiro registra eclipse total na Espanha e flagra coroa solar e ‘anel de diamante’; veja IMAGENS
13/08/2026
Nova espécie de planta é descoberta em fotografias de observação de aves no ES
13/08/2026
Saúde das baterias impulsiona economia circular dos carros elétricos
13/08/2026
Calçada da ´Fauna´: conheça espécie de animal vermelho que ganhou pegada eternizada em Gramado
13/08/2026
Brasil perdeu 14% da cobertura de vegetação nativa em 41 anos, aponta MapBiomas
13/08/2026
