
16/09/2014
Terra, mundo, Pachamama... Há muitas maneiras de nomear nosso planeta, mas poucas causam mais controvérsia no momento do que o termo Gaia — uma divindade primordial que, no imaginário dos gregos antigos, regia os elementos da natureza. Resgatado nos anos 1970 para ilustrar a hipótese do ambientalista James Lovelock e da bióloga Lynn Margulis de que o planeta é como um ser vivo que se autorregula, o nome está no centro de uma reação intelectual à crise climática, à perda da biodiversidade e à probabilidade de um colapso global. Gaia ressurge agora como teoria científica e conceito filosófico, um ponto de partida privilegiado para se problematizar as relações entre homem, natureza e tecnologia. Algumas destas propostas estarão em pauta no colóquio “Os mil nomes de Gaia: do Antropoceno à idade da Terra”, que acontece a partir de segunda e até sexta-feira na Fundação Casa de Rui Barbosa. Idealizado pela filósofa Déborah Danowski, pelo antropólogo Eduardo Viveiros de Castro e pelo antropólogo e filósofo francês Bruno Latour, o evento reúne diversos pensadores brasileiros e estrangeiros para debater novas maneiras de imaginar e ocupar o espaço do mundo, mesclando ciências exatas e humanas.
Entre os 29 participantes, há visões divergentes. Para a filósofa belga Isabelle Stengers, que fará a conferência de encerramento.
Leia a matéria na íntegra em O Globo
Nível historicamente baixo do Danúbio revela destroços de navios da 2ª Guerra Mundial
18/08/2026
Borboletas mudam de habitat em 105 países por causa da mudança climática
18/08/2026
ANTES E DEPOIS: imagens de satélite mostram efeitos da seca extrema na Europa
18/08/2026
COP17 da Desertificação chega à Mongólia
18/08/2026
Como a Austrália, conhecida por sua fauna exuberante, tornou-se o epicentro das extinções no planeta
18/08/2026
´Ao me ver, chore´: A história por trás das ´pedras da fome´ da Europa
18/08/2026
