
23/07/2013
Quando o vento muda de direção, um incêndio florestal pode sofrer uma guinada radical -e os bombeiros que o combatem podem depender dos seus olhos e instintos para perceber se estão em perigo. Mas, às vezes, como parece ser o caso da morte de 19 bombeiros de elite em 30 de junho no Arizona, já é tarde demais.
Claro que a melhor forma de combater incêndios catastróficos é impedir que eles cresçam até uma escala catastrófica.
Os cientistas preveem que o aquecimento global tornará mais comuns os incêndios florestais. Até 2050, preveem os especialistas, a extensão anual de florestas queimadas crescerá 50% nos EUA. Por isso, as autoridades e os especialistas se valem cada vez mais da tecnologia para se contrapor aos traiçoeiros incêndios florestais.
Em simulações por computador, o Serviço Florestal dos EUA provoca dezenas de milhares de incêndios virtuais -levando em conta diferentes padrões climáticos, a topografia, a vegetação e padrões climáticos históricos.
Os satélites climáticos capturam tempestades à medida que elas se formam, dando pistas sobre as rajadas de vento que costumam acompanhá-las. Aeronaves não tripuladas guiadas por controle remoto, ao sobrevoar um incêndio, podem tirar fotos infravermelhas para mostrar alterações nas suas bordas.
A matéria completa pode ser lida na Folha de S. Paulo
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