
30/07/2013
É preciso uma boa dose de fé para se chegar ao Cristo Redentor, no topo do Morro do Corcovado, principal atrativo do Parque Nacional da Tijuca e do Brasil. Embora tenha as maiores arrecadação (R$ 18,5 milhões) e visitação (2,5 milhões de pessoas) anuais do país, nem este parque escapa dos problemas de gestão. E, mesmo tendo sido criado em 1961, ainda não conseguiu ter infraestrutura “padrão Fifa”: as trilhas precisam de manutenção; faltam serviços, inclusive de segurança, e sobram entraves burocráticos.
- A maior dificuldade é que o Cristo é o principal ponto turístico do país, encravado num parque, com limitações ambientais. É muita gente para pouco espaço. E o patrimônio é tombado, o que limita as possibilidades de obras - justifica o chefe do parque, o biólogo Ernesto Viveiros de Castro, que completa: - Historicamente, há sobreposição de competências. O trem era da Secretaria de Patrimônio da União, só este ano passou para o Ministério do Meio Ambiente. Já o Hotel das Paineiras enfrentou brigas judiciais.
A administração do parque de 3.953 hectares é do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que mantém acordo com a prefeitura. Além de lojas e restaurantes, o serviço de acesso ao Cristo é concedido. A empresa de vans Paineiras-Corcovado faz o trajeto que custa de R$ 19,36 a R$ 45. O valor é o mesmo pago por quem vai a pé ou de bicicleta
Leia a matéria completa em O Globo
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