
02/07/2013
A união entre a engenharia e os estudos do cérebro e do corpo humanos está produzindo inovações que prometem melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência ou ajudar gente comum a realizar tarefas extraordinárias. De olho nos avanços nestes campos, o Centro Técnico Científico da PUC-Rio promove esta semana o 1º Simpósio de Engenharia, Automação e Acessibilidade (SEAA 2013). Com a participação de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o seminário e uma feira paralela apresentam os equipamentos que estão sendo desenvolvidos no Brasil como parte do esforço para um maior bem-estar de seus usuários, assim como para atrair o interesse de estudantes e empresários para este crescente setor.
Entre os destaques do primeiro dia do evento, figuraram uma touca capaz de “ler” pensamentos que podem ser traduzidos em comandos para movimentar uma cadeira de rodas ou um braço mecânico, as chamadas interfaces cérebro-máquina, assim como o protótipo de um exoesqueleto cujos princípios poderão servir de base para futuros equipamentos de trabalho e locomoção que ampliam a força humana, além de um conjunto de digitalizador de imagens, impressora 3D e um robô industrial para a fabricação de próteses ortopédicas, entre outros produtos.
Tanto a touca leitora de pensamentos quanto o exoesqueleto são fruto do trabalho de Marco Antonio Meggiolaro e seus alunos no Departamento de Engenharia Mecânica da PUC-Rio.
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