
09/09/2025
A China é o país que mais emite gás carbônico do mundo. Só em 2024, foi responsável por cerca de 30% das emissões globais.
É a primeira vez que um só país concentra quase um terço de todo o CO₂ liberado no planeta.
Ao mesmo tempo, Pequim ocupa outra posição de destaque: a de maior investidor em energia limpa.
No ano passado, foram mais de US$ 600 bilhões aplicados em fontes renováveis, como solar e eólica, além de tecnologias para transmissão e armazenamento de energia.
Esse movimento já começa a ter reflexos nos números.
No primeiro trimestre de 2025, as emissões caíram 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior e ficaram 1% abaixo do pico histórico registrado em 2024.
Para analistas, trata-se de um marco importante, ainda que cercado de incertezas.
O contraste está no carvão. Mesmo com a expansão das renováveis, a China bateu recorde na construção de novas usinas a carvão em 2024, somando 94 gigawatts de capacidade instalada e aprovando outros 66 GW — o maior volume em uma década.
O governo estabeleceu como meta atingir o pico das emissões até 2030 e chegar à neutralidade de carbono em 2060.
Mas a abertura de novas usinas a carvão coloca em dúvida a velocidade dessa transição.
Especialistas ouvidos por organismos internacionais destacam que a China enfrenta o desafio de equilibrar três frentes: manter o crescimento econômico, garantir segurança energética e reduzir emissões.
O resultado desse equilíbrio é visto como decisivo para o futuro climático do planeta.
Fonte: g1
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