
12/01/2023
A Comlurb divulgou na última segunda-feira mais um balanço sobre a remoção de gigogas que surgiram nas praias da Barra da Tijuca. Desde sexta-feira passada até o início da manhã desta segunda-feira, já foram retiradas 250 toneladas dessa espécie de planta aquática. O problema surgiu depois que uma eco-barreira instalada na Lagoa da Tijuca, na altura do Itanhangá, se rompeu, permitido a passagem de detritos, inclusive as plantas. A instalação já foi consertada no sábado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), mas, mesmo assim, detritos continuaram a chegar à orla.
As gigogas são plantas aquáticas nativas do sistema lagunar. O grande volume se deve ao fato de funcionar como um filtro, absorvendo nutrientes que estão disponíveis no esgoto que é despejado nas lagoas, o que faz com que se multipliquem de forma desordenada. Segundo o biólogo Mário Moscatelli, que acompanha o caso, a presença de gigogas não é nociva à Saúde , mas indica que o sistema não está em bom estado.
Fonte: Extra
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