
17/11/2022
Pare um momento e olhe à sua volta em casa. Quantas coisas que você usa diariamente precisam de pilhas ou baterias para funcionar? Provavelmente, você vai se surpreender com a quantidade!
Por mais que a energia elétrica cabeada tenha facilitado imensamente o acesso a diversos produtos e equipamentos eletrônicos, as pilhas e baterias ainda ocupam uma parcela significativa do mercado e na vida do brasileiro. Seja no controle remoto da TV, do ar condicionado e da garagem, ou no aquecedor a gás, além de muitos outros equipamentos que simplesmente não funcionam sem elas.
Para ilustrar esse cenário, dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE) indicam que o Brasil produz, anualmente, cerca de 800 milhões de pilhas, das quais 80% são do tipo secas (zinco-carbono) e 20% alcalinas.
Se, por um lado, o surgimento das pilhas trouxe considerável avanço do ponto de vista tecnológico, a sua produção em escala industrial, para atender essa grande demanda e o baixo custo, fizeram surgir outro problema.
O que acontece com todas essas pilhas depois que toda sua energia é gasta?
O descarte no meio ambiente é o fim que acaba sendo dado a estes materiais na maioria das cidades do Brasil e do mundo. No entanto, não podemos esquecer que alguns elementos químicos presentes na constituição das pilhas, como os metais pesados, não se decompõem. Entre eles, temos como prejudiciais à saúde humana, o mercúrio (Mg), o cádmio (Cd), o chumbo (Pb), o lítio (Li), o níquel (Ni), o zinco (Zn), o cobalto (Co) e o bióxido de manganês (MnO₂).
Para aprender um pouco mais sobre a composição das pilhas, como consumi-las de forma eficiente e sustentável e como descartá-las sem colocar em risco a sua saúde e o meio ambiente, acesse a Proteste
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