
30/11/2021
A Cedae comprou um microscópio de alta precisão capaz de detectar pequenas alterações na água. As análises vão ajudar a prevenir crises de geosmina, que alteram o gosto e o cheiro do produto encanado. O equipamento veio da Alemanha e custou R$ 400 mil.
Nos últimos dois verões, consumidores da Região Metropolitana relataram problemas na água. Os culpados eram a geosmina e o 2-MIB, composto orgânico produzido por algas que se reproduzem no esgoto. A solução foi despejar carvão ativado nos tanques de tratamento.
Daniel Okomura, diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae, explicou que o microscópio permite identificar as cianobactérias de forma mais precisa.
“Com essa identificação, ações podem ser tomadas, como o aumento do bombeamento ou da dosagem do carvão ativado — ou mesmo a que a gente menos espera, a descarga do sistema”, enumerou.
Fonte: g1
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