
21/01/2021
Fazer o lixo virar adubo é mais do que um negócio, é um abraço ao meio ambiente. Criada em junho de 2020, a Composta’e Resíduos, com sede na Tijuca, tem como objetivo conscientizar a população local de que a compostagem (conjunto de técnicas aplicadas para estimular a decomposição de materiais orgânicos e transformá-los em alimento para a terra) é uma necessidade urgente. Fundador da empresa, William Hester comemora os cem clientes já conquistados na região, mas quer ir além. A intenção do engenheiro ambiental tijucano é levar a sua proposta de ação sustentável para um número cada vez maior de pessoas que moram, trabalham ou estudam no bairro e nas adjacências, o que depende diretamente da adesão de escolas, comércio em geral e condomínios ao seu trabalho.
— A sociedade gera muito lixo, e metade de tudo que se produz é resíduo orgânico, ou seja, material com potencial de nutrientes, de energia, que não é aproveitado. Pelo contrário. É jogado em aterros sanitários. Restos de comida, cascas de frutas, legumes, alimentos que passaram da validade, folhas e tudo o que sobra das podas de árvores e de jardinagem podem e devem passar pelo processo de compostagem para virar adubo. Infelizmente, esse material é pouco reaproveitado — lamenta. —O trabalho da minha empresa é recolher esses resíduos nos endereços dos clientes, usando um triciclo de carga, e levá-los para a compostagem, que é feita numa área verde na Rua Conde de Bonfim 909.
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Fonte: O Globo
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