
12/01/2021
A Prefeitura de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, anunciou no último sábado (9) que vai prorrogar as medidas de isolamento social contra o novo coronavírus até o dia 1 de fevereiro. O prefeito Capitão Nelson também assinou um decreto que declara estado de calamidade pública no município. Atualmente, São Gonçalo encontra-se na fase 2 da proliferação da doença, que significa médio risco.
De acordo com o decreto das medidas, todos os locais em funcionamento na cidade devem oferecer álcool em gel 70% para uso de funcionários e clientes, exigir o uso de máscaras faciais e manter distanciamento mínimo de um metro e meio entre as pessoas. As academias, estúdios de musculação, pilates e centros de ginástica podem funcionar com um terço da capacidade, seguindo uma série de medidas estabelecidas.
O decreto também mantém a diminuição do fluxo de clientes dentro dos comércios, que devem funcionar com 60% de sua capacidade. As atividades e organizações religiosas podem funcionar respeitando os protocolos sanitários, assim como as feiras livres que vendem alimentos.
Os shopping centers, centros comerciais e galerias podem funcionar das 8h às 24h, com medidas para manter o distanciamento mínimo de um metro entre cada cliente e respeitando 60% de sua capacidade de atendimento em todas as instalações, inclusive na praça de alimentação e quiosques. As áreas de recreação não podem abrir e os provadores das lojas não devem ser usados pelos clientes.
Também continua proibida a realização de qualquer tipo de atividade com presença de público que envolva aglomeração de pessoas, como eventos desportivos, shows, comícios, passeatas, parques internos e externos, lojas e salas de jogos.
O decreto, segundo a Prefeitura de São Gonçalo, foi publicado em conformidade com a decisão do Estado do Rio de Janeiro, que prorrogou a situação de calamidade pública em virtude da emergência decorrente do coronavírus. A definição levou em consideração o aumento do número de casos suspeitos de Covid-19 em São Gonçalo e a necessidade de mitigação da disseminação da doença.
O Poder Executivo Municipal solicitará, por meio de mensagem a ser enviada à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), reconhecimento do Estado de Calamidade Pública.
Fonte: G1
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